{"id":45879,"date":"2017-12-20T13:47:31","date_gmt":"2017-12-20T13:47:31","guid":{"rendered":"https:\/\/blog.medel.com\/nao-categorizado\/o-que-e-a-audicao-residual\/"},"modified":"2023-03-08T15:11:53","modified_gmt":"2023-03-08T15:11:53","slug":"o-que-e-a-audicao-residual","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/blog.medel.com\/pt-br\/tecnologia\/o-que-e-a-audicao-residual\/","title":{"rendered":"O que \u00e9 a audi\u00e7\u00e3o residual?"},"content":{"rendered":"<p>Toda a gente sabe o que \u00e9 &#8220;audi\u00e7\u00e3o&#8221; e express\u00e3o &#8220;perda auditiva&#8221; \u00e9 bastante autoexplicativa. Mas h\u00e1 outro termo que \u00e9 frequentemente utilizada quando se fala de audi\u00e7\u00e3o cujo significado n\u00e3o \u00e9 t\u00e3o claro e que \u00e9 o termo &#8220;audi\u00e7\u00e3o residual&#8221;. Assim, o que \u00e9 a audi\u00e7\u00e3o residual? Porque isso importa?<\/p>\n<p>Se algu\u00e9m tem uma perda auditiva do tipo neurossensorial, isso significa que eles n\u00e3o conseguem ouvir sons de uma certa frequ\u00eancia que est\u00e3o abaixo de um determinado volume. O grau de perda auditiva \u00e9 diferente para cada um e ter uma &#8220;perda auditiva&#8221; n\u00e3o significa necessariamente que algu\u00e9m n\u00e3o consegue ouvir qualquer som.<\/p>\n<p>E \u00e9 aqui onde entra a audi\u00e7\u00e3o residual. Basicamente, a audi\u00e7\u00e3o residual \u00e9 a capacidade de ouvir alguns sons mesmo na presen\u00e7a de uma perda auditiva. Ter audi\u00e7\u00e3o residual \u00e9 importante porque ela pode ter um impacto substancial no desempenho auditivo de uma pessoa tanto agora como no futuro.<\/p>\n<h3>Como a audi\u00e7\u00e3o residual acontece?<\/h3>\n<p>Como discutimos anteriormente, a audi\u00e7\u00e3o \u00e9 um processo no qual <a href=\"\/?p=1495\">aproximadamente 20.000 pequenas c\u00e9lulas ciliadas na c\u00f3clea convertem as vibra\u00e7\u00f5es mec\u00e2nicas das ondas sonoras<\/a> em pulsos nervosos el\u00e9tricos que o c\u00e9rebro entende como som. A perda auditiva neurossensorial, um dos tipos mais comuns de perda auditiva, ocorre quando estas c\u00e9lulas ciliadas est\u00e3o ausentes ou danificados. No entanto, como existem muitas destas c\u00e9lulas ciliadas, \u00e9 poss\u00edvel que mesmo com uma perda auditiva profunda algumas delas n\u00e3o estar\u00e3o ausentes ou danificadas.<\/p>\n<p>Audi\u00e7\u00e3o residual ocorre quando algumas destas c\u00e9lulas ciliadas n\u00e3o est\u00e3o faltando ou danificadas. Isso significa que elas ainda podem responder a determinadas frequ\u00eancias de som e ainda est\u00e3o conectadas \u00e0s c\u00e9lulas nervosas que levam ao c\u00e9rebro. O tipo mais comum de audi\u00e7\u00e3o residual \u00e9 a de baixa frequ\u00eancia. Ela ocorre quando algu\u00e9m perde a sua capacidade de ouvir alguns ou todos os sons de alta frequ\u00eancia, mas ainda pode ouvir sons de baixa frequ\u00eancia. Este fen\u00f4meno \u00e9 frequentemente experimentado por adultos mais velhos, e voc\u00ea pode estar familiarizado com ele se seu av\u00f4 ou av\u00f3 n\u00e3o consegue ouvir sons como p\u00e1ssaros cantando, mas ouve sons como motores de autom\u00f3veis ou algumas vozes masculinas.<\/p>\n<h3>Por que a audi\u00e7\u00e3o residual tem import\u00e2ncia?<\/h3>\n<p>A audi\u00e7\u00e3o residual \u00e9 importante para todas as pessoas com perda auditiva, independentemente de terem ou n\u00e3o recebido um implante coclear, porque ela pode representar audi\u00eancia potencial.<\/p>\n<p>Para indiv\u00edduos que n\u00e3o tenham recebido um implante coclear, \u00e9 a audi\u00e7\u00e3o residual da qual eles dependem para ouvir todos os sons. Se eles t\u00eam audi\u00e7\u00e3o residual de baixa frequ\u00eancia, ent\u00e3o s\u00e3o os sons de baixa frequ\u00eancia que eles ir\u00e3o ouvir melhor. Aparelhos auditivos, por exemplo, aproveitam a audi\u00e7\u00e3o residual amplificando as ondas sonoras enviadas para a c\u00f3clea, de modo que o restante das c\u00e9lulas ciliadas podem ouvir os sons mais facilmente.<\/p>\n<p>E a audi\u00e7\u00e3o residual tamb\u00e9m \u00e9 importante para usu\u00e1rios de implantes cocleares. Para estes indiv\u00edduos, isso significa preservar a audi\u00e7\u00e3o residual de forma que ele continua a existir ap\u00f3s o feixe de eletrodos do implante coclear ser inserido.<\/p>\n<p>Essa afirma\u00e7\u00e3o pode \u00e0 primeira vista soar surpreendente, porque implantes cocleares s\u00e3o projetados para replicar o sentido da audi\u00e7\u00e3o, mesmo em indiv\u00edduos que n\u00e3o t\u00eam absolutamente nenhuma audi\u00e7\u00e3o residual. Ent\u00e3o por que algu\u00e9m deseja manter sua audi\u00e7\u00e3o residual se um implante coclear funciona mesmo sem ela?<\/p>\n<p>Porque qualquer audi\u00e7\u00e3o residual existente suporta os sons que s\u00e3o estimulados pelo implante coclear, o que significa que um usu\u00e1rio pode ter a melhor audi\u00e7\u00e3o poss\u00edvel. Os implantes cocleares s\u00e3o tecnologias incr\u00edveis, sendo a \u00fanica tecnologia que replica um sentido humano, no entanto a audi\u00e7\u00e3o residual \u00e9 ainda melhor do que a estimula\u00e7\u00e3o el\u00e9trica artificial.<\/p>\n<p>Mais ainda, se algu\u00e9m tiver suficiente audi\u00e7\u00e3o residual, ele pode ser um candidato para a estimula\u00e7\u00e3o ac\u00fastica el\u00e9trica ou EAS. EAS \u00e9 um tipo de implante auditivo projetado para indiv\u00edduos com audi\u00e7\u00e3o residual de baixa frequ\u00eancia porque ele oferece tanto a estimula\u00e7\u00e3o el\u00e9trica para os sons de alta frequ\u00eancia quanto \u00e0 amplifica\u00e7\u00e3o ac\u00fastica de sons de baixa frequ\u00eancia, podendo fornecer ainda melhor desempenho auditivo que um implante coclear sozinho<span style=\"vertical-align: super;\">1<\/span>.<\/p>\n<p>Se algu\u00e9m disp\u00f5e audi\u00e7\u00e3o residual, consideramos que deve ser preservada, de modo que sua c\u00f3clea possa aproveitar de qualquer terapia ou tecnologia a ser desenvolvida no futuro.<\/p>\n<h3>Como se preserva a audi\u00e7\u00e3o residual?<\/h3>\n<p>Existem dois aspectos principais para aquilo a que chamamos de preserva\u00e7\u00e3o da audi\u00e7\u00e3o residual, ou o que n\u00f3s chamamos de preserva\u00e7\u00e3o da estrutura. A primeira tem a ver com a concep\u00e7\u00e3o de feixes de eletrodos e a segunda \u00e9 sobre a t\u00e9cnica cir\u00fargica. Aqui iremos nos concentrar nos feixes de eletrodos, mas \u00e9 importante observar que a t\u00e9cnica cir\u00fargica \u00e9 essencial.<\/p>\n<p>Desde que desenvolvemos nosso primeiro feixe de eletrodos, temos nos dedicado \u00e0 preserva\u00e7\u00e3o da audi\u00e7\u00e3o residual. Sabemos que os feixes de eletrodos projetados para serem macios e flex\u00edveis s\u00e3o os melhores para preservar as 20.000 delicadas c\u00e9lulas ciliadas dentro da c\u00f3clea, e \u00e9 por isso que todos os nossos feixes de eletrodos disp\u00f5e de exclusivos fios em formato de onda e t\u00eam um design flex\u00edvel. Desta forma podem ser gentilmente inseridos na c\u00f3clea, ajudando a preservar as c\u00e9lulas ciliadas e portanto qualquer audi\u00e7\u00e3o residual existente.<\/p>\n<p>Deseja-se saber mais sobre como um feixe de eletrodos projetado para preserva\u00e7\u00e3o estrutural se parece, leia nosso post no blog que se concentra nos <a href=\"https:\/\/blog.medel.com\/close-up-with-cochlear-implant-electrodes\/\">projeto de feixes de eletrodos macios e flex\u00edveis da MED-EL<\/a>.<\/p>\n<p><strong>Refer\u00eancia<\/strong><\/p>\n<ul>\n<li>Usami et al. (2014) Hearing preservation and clinical outcome of 32 consecutive electric acoustic stimulation (EAS) surgeries. <em>Acta Oto-Laryngologica,<\/em>\u00a0<em>134<\/em>(7)<em>,<\/em>\u00a0717-27.<\/li>\n<\/ul>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Toda a gente sabe o que \u00e9 &#8220;audi\u00e7\u00e3o&#8221; e express\u00e3o &#8220;perda auditiva&#8221; \u00e9 bastante autoexplicativa. 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