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Para aqueles de vocês que não têm informação sobre implantes ou sistemas de condução óssea, redigimos este artigo para ajudá-lo a conhecer sobre condução óssea e mostrar as diferenças entre cada um.

Ao considerar um sistema auditivo de condução óssea, tenha em mente que existem alguns modelos principais que têm seus próprios pontos fortes ou fracos – a melhor maneira de descobrir qual é o ideal para você é entender como eles funcionam.

Como funciona a condução óssea

Um sistema de condução óssea é projetado para pessoas cujo ouvido externo ou médio não pode enviar ondas sonoras ao ouvido interno; esse tipo de problema é chamado perda auditiva condutiva ou mista.

Aqui é aqui o ouvido externo e o interno estão localizados:

Três razões pelas quais o Implante de Condução Óssea BONEBRIDGE é melhor

ele contorna esse bloqueio ao vibrar os ossos do crâneo. Essas pequenas vibrações não podem ser sentidas, mas enviam ondas sonoras para o órgão auditivo, a cóclea. Isso torna possível a alguém que sofre de perda auditiva condutiva ou mista, ou SSD, ser capaz de ouvir.

A maior parte dos sistemas de condução óssea vibra o osso temporal porque esse é osso mais próximo do ouvido interno.

Aqui é onde se localize o osso temporal:

Três razões pelas quais o Implante de Condução Óssea BONEBRIDGE é melhor

Tipos de implantes e sistemas de condução óssea

Há alguns modos diferentes de fazer o osso temporal vibrar:

  1. Bandanas de condução óssea enviam vibrações através da pele até o osso temporal e são totalmente externas.
  2. Aparelhos auditivos osteointegrados (BAHA) fazem vibrar um parafuso metálico perfurado no osso. O processador de áudio faz um parafuso inserido sob a pele a vibrar ou é fixado magneticamente ao parafuso metálico que está sob a pele.
  3. Os implantes de condução óssea são implantados no osso e completamente sob a pele. Um processador de áudio é fixado no implante por meio de um ímã e envia informações sonoras para ele via sinais sem fio.

O BONEBRIDGE é a terceira opção e explicamos aqui porque acreditamos que este é o melhor projeto:

Três razões pelas quais o Implante de Condução Óssea BONEBRIDGE é melhor

As três razões para a qualidade sonora do BONEBRIDGE

1.      Um processador menor e mais leve

Como a parte que faz o osso vibrar está completamente sob a pele, o processador de áudio externo pode ser fino e leve. Ele precisa apenas de uma bateria e o chip de computador que converte ondas sonoras em sinais elétricos sem fio.

O novíssimo processador de áudio BONEBRIDGE, o SAMBA, tem apenas 10 mm de altura e pesa 9 g com a bateria,

o que significa que não é apenas mais fácil de usar, mas você pode utilizá-lo mais tempo — até 50% mais tempo. 1

2.      Sob a pele ou através da pele?

Um processador de áudio pequeno e leve não é o único motivo para querer um implante subcutâneo. Ele também torna a audição mais agradável.

As alternativas podem ser uma bandana, que pode ser desconfortável e causar deformação nos ossos do crânio,2 ou um BAHA com seu pino e taxas médias de complicação de 23,9% 3. Com o BONEBRIDGE a pele cicatriza totalmente e o implante fica totalmente oculto. O processador de áudio mantém-se na pele por atração magnética, que pode ser forte o suficiente para evitar que caia e não fica tão apertado a ponto de causar desconforto – é semelhante ao modo que um implante coclear utiliza um ímã.

3.      Condução óssea ativa

E como ele tem o implante sob a pele, ele envia vibrações sonoras diretamente para o osso. Isso não torna apenas a audição mais confortável, também melhora a qualidade auditiva 4

A espessura da pele sobre o osso temporal varia entre 2 a 8 mm,5 o que significa que ao usar uma bandana ou BAHA é necessário vibrar toda essa pele, mesmo antes que as ondas sonoras alcancem o osso. A pele reduz a intensidade sonora dos sons mais agudos e desse modo os distorce. Isso significa que o BONEBRIDGE é tanto mais eficiente, pois faz o osso vibrar diretamente, como também soa melhor.4

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Referências

  1. O tempo médio de uso no estudo clínico do BONEBRIDGE foi de 10,6 horas/dia. Para o Baha Attract registrou-se um tempo de uso de sete horas (Apresentação de produtos cocleares, LION Broadcast, 10 de dezembro de 2013)
  2. Raicevich, G., Burwood, E., Dillon, H. (2008) Taking the Pressure Off Bone Conduction Hearing Aid Users. The Australian and New Zealand Journal of Audiology. 30(2): 113-8. DOI: 10.1375/audi.30.2.113.
  3. Hobson, J.C., Roper, A.J., Andrew, R., Rothera, M.P., Hill, P., & Green, K.M. (2010) Complications of bone-anchored hearing aid implantation. The Journal of Laryngology & Otology. 124(2): 132-136. doi: 10.1017/S0022215109991708.
  4. Håkansson, B., Eeg-Olofsson, M., Reinfeldt, S., Stenfelt, S., & Granström, G. (2008) Percutaneous versus transcutaneous bone conduction implant system: a feasibility study on a cadaver head. Otology & Neurotology 29(8): 1132-9. doi: 10.1097/MAO.0b013e31816fdc90.
  5. Taghavi, H. (2014) The Bone Conduction Implant (BCI) Preclinical Studies, Technical Design and a Clinical Evaluation (Doctoral thesis, Chalmers University of Technology, Goteborg, Sweden) Retrieved from http://publications.lib.chalmers.se/records/fulltext/193305/193305.pdf.

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