em Artigo do convidado

Alexandre é usuário de implante coclear bilateral que fez sua primeira cirurgia em 2008 e a segunda em 2013. Na época que ativou o implante, ele usava o OPUS 2 e em 2014 passou a usar também o processador de áudio RONDO, que gosta bastante por que o processador não fica preso na orelha. Ele prefere usar mais esse processador na água ou quanto pratica algum esporte, sempre com a bandana esportiva para proteger os dispositivos.

Há pouco mais de três anos, Alexandre usa o processador de áudio SONNET na orelha esquerda e direita. Desde a ativação que foi em 2016, ele aprecia a qualidade do som que o SONNET possui.

Débora Batalha, mãe de Alexandre, relata:

“Quando estivemos em Innsbruck, na Áustria em 2018, para Alexandre receber o prêmio de Inventor do Ideas for Ears, conhecemos o RONDO 2 e ficamos impressionados com a leveza e o tamanho do aparelho. Até colocamos nele, mas sem funcionar, e ele já gostou por ser mais leve que o RONDO atual.

 

Diferenças e similaridades

O Alexandre estava ansioso, queria muito testar o RONDO 2, e ele teve a oportunidade de experimentar o dispositivo por uma semana, adorou a tecnologia já na hora em que ligou. Gostou do RONDO 2 por ser leve e bem fino. Ele achou que a qualidade do som é parecida com o processador de áudio SONNET, porém melhor que o RONDO anterior. Achou fácil ligar e desligar e adorou a forma de carregamento sem fio e sem pilhas, que usa a plataforma de carregamento, pois em torno de 4 horas já está totalmente carregado. Quando ele testou, a carga durou por aproximadamente por 19 horas.

Outra experiência positiva, foi usar o RONDO 2 com o Artone 3 MAX, ele achou fácil sincronizar e o som da música era muito natural.

Débora completa: _A nossa percepção como pais, é que Alexandre estava muito mais atento durante as conversas, e notamos que ele percebia muito bem o som  quando estávamos atrás dele_  fator melhorado por conta do RONDO 2 ter o microfone omnidirecional.

Alexandre gostou muito do RONDO 2, e desde o dia em que passou a usar ele não queria mais tirar, e ele falou que agora só falta testar com a capa à prova d’água, para saber como é o som quando estiver mergulhando.

 

Crescendo e se desenvolvendo

Alexandre antes e agora

Nós acompanhamos o Alexandre e sua mãe nas redes sociais. Seu crescimento e desenvolvimento junto com seu implante é notável. É importante lembrar que os avanços tecnológicos entre processadores são imensos. Por isso é de extrema importância a preocupação da MED-EL em lançar processadores novos que sempre são compatíveis com todos os implantes anteriores, ou seja, o Alexandre poderá aproveitar da tecnologia mais atual e inovadora dos processadores de áudio, mesmo daqui a 20 anos ou mais, sem precisar de nova cirurgia. E se nas aventuras de um garoto ativo como ele que gosta de skate e surf, acontecer qualquer acidente em que ele precise passar por uma ressonância magnética, ele também estará seguro. Já que seu dispositivo interno implantado em 2008, já contava com a tecnologia que permite ressonância magnética até 1,5 Teslas, pois a segurança e o futuro dos pacientes sempre foram requisitos básicos na MED-EL.

Agradecemos à Débora e ao Alexandre.

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